Medicina Bioeletrônica: parceria entre o Google e a GSK

Você sabia que o Google também tem projetos na área da medicina bioeletrônica? A parceria com a britânica GlaxoSmithKline vem desde 2016, e já foram investidos mais de 700 milhões de dólares no projeto durante esse período.

 

MAS O QUE É MEDICINA BIOELETRÔNICA?

 

A bioeletrônica é uma área da medicina que utiliza dispositivos miniaturizados implantáveis para controlar e alterar sinais elétricos no corpo humano.

 

Os pequenos dispositivos se agrupam em torno dos nervos para controlar os sinais elétricos.

 

Com isso, os pesquisadores podem ajudar pessoas com asma, por exemplo, ao controlar os sinais elétricos que fluem para os pulmões e determinam a tensão das vias respiratórias. Eles podem ainda combater doenças como diabetes e artrite.

 

E ONDE O GOOGLE ENTRA NESSA ÁREA?

 

Esse não é o primeiro projeto na área médica onde o Google está envolvido. O Google Flu Trends, por exemplo, é um projeto da empresa que utiliza as pesquisas realizadas na internet para prever surtos de gripe.

 

O Google Genomics tem o objetivo de armazenar e colher milhões de genomas para pesquisa na área da saúde.

 

E o Google DeepMind é o projeto que utiliza inteligência artificial para projetos na área médica, e já firmou parceira com o sistema público de saúde do Reino Unido.

 

VANTAGENS PARA AS DUAS EMPRESAS

 

Com a parceria, A GSK ganha com a expertise do Google em Big Data e análise de dados. Já o Google se beneficia da credibilidade da GlaxoSmithKline na área farmacêutica.

 

O maior desafio agora para os pesquisadores é fazer com que os dispositivos sejam pequenos o suficiente, e demandem o mínimo possível de energia. É justamente nesse ponto que a participação de uma empresa de tecnologia é importante.

 

MANOEL GUIMARÃES UROLOGIA

 

O Dr. Manoel Guimarães é mestre e doutor em Urologia, com mais de 30 anos de experiência na área. Professor de Urologia por 20 anos, é atualmente médico urologista do Hospital de Clínicas da UFPR.

 

Atua na área de oncologia, próstata, cálculos, impotência, ejaculação rápida, vasectomia, bem como toda a área da Urologia.

 

Para maiores informações, entre em contato pelo telefone (41) 3242-5353.

Uso medicinal da maconha pode ser liberado pela Anvisa

O cultivo e uso medicinal da maconha foi levado à consulta pública pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

 

A regra proposta restringe o plantio a lugares fechados, somente por empresas credenciadas. As associações e familiares de pacientes que fazem o uso medicinal do extrato de canabidiol continuarão proibidos de manipular a planta.

 

POLÊMICA DA PROPOSTA

 

O médico Leandro Ramires, presidente da Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal, acredita que a proposta da Anvisa não vai acabar com o mercado informal.

 

Atualmente cerca de 6 mil brasileiros são autorizados a importar o único medicamento liberado no país, e os custos são altos. Isso faz com que cerca de 60 mil usuários, segundo estimativa da Associação, usem ilegalmente os derivados da maconha para uso medicinal.

 

“O processo regulatório vai deixar o preço de produção muito caro. Peço a agência que autorize a produção e beneficiamento às associações de pacientes registrados. Há no mundo países que já autorizam a produção livre de plantas de cannabis com taxa de THC abaixo de 0,2%. Peço essa revisão”, concluiu Ramires.

 

MODELO CANADENSE

 

A proposta da Anvisa para a liberação do cultivo e uso medicinal da maconha segue o modelo canadense. 

 

O cultivo fica restrito a ambientes fechados, com sistema de segurança 24h e edificações reforçadas com portas e vidros duplos, além de paredes e dutos resistentes a invasões. Elas não poderão ter nenhuma identificação externa de produção da planta no local.

 

PRÓXIMOS PASSOS

 

A proposta está no site da Anvisa, e será submetida a opiniões da indústria, governo, pacientes e demais interessados até o dia 19 de agosto.

 

Para saber mais, acesse aqui.

 

Após a consulta pública, os técnicos avaliarão as sugestões, farão as mudanças que julgarem pertinentes, e levarão a proposta final para votação na reunião de diretores.

 

MANOEL GUIMARÃES UROLOGIA

 

O Dr. Manoel Guimarães é mestre e doutor em Urologia, com mais de 30 anos de experiência na área. Professor de Urologia por 20 anos, é atualmente médico urologista do Hospital de Clínicas da UFPR. 

 

Atua na área de oncologia, próstata, cálculos, impotência, ejaculação rápida, vasectomia, bem como toda a área da Urologia.

 

Para maiores informações, entre em contato pelo telefone (41) 3242-5353.

Diagnóstico com IA: Como a Inteligência Artificial pode diagnosticar doenças

No mês passado, o vice-presidente da Microsoft Healthcare, Peter Lee, declarou que o projeto de diagnóstico com IA (Inteligência Artificial) anunciado no início de 2018 será lançado em breve. 

 

Em poucos anos, um sistema capaz de diagnosticar inúmeras doenças com apenas uma amostra de sangue será realidade.

 

Trata-se do trabalho da Adaptive Biotechnologies, startup de health tech com sede em Seattle. Seu plano é desenvolver um sistema capaz de decodificar a informação genética nos linfócitos T, agrupamentos de glóbulos brancos do sangue. 

 

Essas células são as responsáveis pela defesa do organismo. E nelas está toda a informação a respeito de doenças autoimunes, infecciosas, e até mesmo de tipos de câncer.

 

DIAGNÓSTICO COM IA

 

O objetivo da parceria entre a Microsoft e a Adaptive Biotechnologies é mapear o sistema imunológico do indivíduo para diagnósticos mais rápidos e precisos.

 

O estado do sistema imunológico é um espelho de tudo o que afeta a saúde de uma pessoa. Nas palavras de Peter Lee: 

 

“Isso soa muito como ficção científica. E, de fato, quando a ideia foi apresentada pela primeira vez para mim pelo pessoal da Adaptive Biotechnologies, eu também era um pouco cético sobre isso, apesar do fato de que sou um grande fã de Star Trek”.

 

Para decifrar o sistema imunológico, o projeto é alimentado com dados extraídos dos linfócitos de pessoas cujos diagnósticos já foram realizados. 

 

A Adaptive Biotechnologies está conseguindo catalogar uma biblioteca de 100 bilhões de micro dados por mês. Em breve, o algoritmo já estará treinado o suficiente para ser capaz de fazer diagnósticos rápidos e precisos.

 

MANOEL GUIMARÃES UROLOGIA

 

O Dr. Manoel Guimarães é mestre e doutor em Urologia, com mais de 30 anos de experiência na área. Professor de Urologia por 20 anos, é atualmente médico urologista do Hospital de Clínicas da UFPR. 

 

Atua na área de oncologia, próstata, cálculos, impotência, ejaculação rápida, vasectomia, bem como toda a área da Urologia.

 

Para maiores informações, entre em contato pelo telefone (41) 3242-5353.

Micose contra malária é testada na África

Pesquisadores conseguiram vencer o mosquito utilizando micose contra malária.

Cientistas estão testando um fungo que causa micose contra malária. 

A pesquisa foi realizada próxima à capital de Burkina Faso, onde a malária é endêmica. Os resultados foram publicados na revista Science. 

A malária atinge 215 milhões de pessoas anualmente, e é responsável por mais de 500 mil mortes. Apesar de ter cura, ainda não existe vacina contra a malária, e ela se espalha rapidamente através de mosquitos contaminados pelo Plasmódio.

COMO A PESQUISA FOI REALIZADA

Os cientistas utilizaram um pedaço de pano preto (que atrai os mosquitos), e pincelaram com uma mistura de óleo de linhaça com esporos do fungo Metarhizium pingshaense. Esse fungo é um inimigo natural dos insetos, pois provoca uma grande micose.

Para acelerar o processo, os biólogos alteraram geneticamente os fungos, inserindo uma toxina aprovada como inseticida natural. Ela bloqueia as proteínas das células dos mosquitos.

Primeiramente, os pesquisadores isolaram 3 casas com telas e alimento, e colocaram 100 mosquitos em cada. 

Em uma casa, havia apenas o pano preto com óleo de linhaça. Em outra, o pano preto com o óleo e os esporos do fungo não modificado. Na última, o pano preto tinha a mistura com o fungo alterado com a toxina.

RESULTADOS

  • Na primeira casa, 90% dos insetos sobreviveram 14 dias.
  • Na segunda casa, 50% dos mosquitos morreram até o 10° dia.
  • Na terceira casa, 50% dos mosquitos já estavam mortos em 6 dias.

Para comprovar a eficácia do método, os cientistas replicaram o experimento com 2,5 mil mosquitos em cada casa, e monitoraram por 45 dias (novos mosquitos nascem a cada 20 dias).

  • Na primeira casa, a população de mosquitos aumentou exponencialmente.
  • Na segunda casa, a população não aumentou, mas não foi extinta nos 45 dias.
  • Na terceira casa, os mosquitos foram extintos em 20 dias.

A ideia agora é entregar kits à população com um pano preto, óleo de linhaça e um envelope com esporos do fungo. Barato e fácil de produzir, o kit pode exterminar os mosquitos em áreas onde a malária é endêmica.

MANOEL GUIMARÃES UROLOGIA

O Dr. Manoel Guimarães é mestre e doutor em Urologia, com mais de 30 anos de experiência na área. Professor de Urologia por 20 anos, é atualmente médico urologista do Hospital de Clínicas da UFPR. 

Atua na área de oncologia, próstata, cálculos, impotência, ejaculação rápida, vasectomia, bem como toda a área da Urologia.

Para maiores informações, entre em contato pelo telefone (41) 3242-5353.

 

 

Fontes:

 

Robô chinês identifica tumor mais rápido do que 15 médicos

Desenvolvido pelo Centro de Pesquisa de Inteligência Artificial do Beijing Tiantan Hospital, um robô conseguiu diagnosticar tumores cerebrais mais rápidos do que 15 médicos. 

O robô chinês, chamado de BioMind, acertou diagnósticos com 87% de precisão, contra 66% dos médicos que participaram da competição. E na metade do tempo: 

O robô realizou 225 diagnósticos em 15 minutos. 

Os pesquisadores utilizaram a inteligência artificial para obter mais precisão na realização dos diagnósticos de tumores cerebrais, bem como para prever a expansão de possíveis hematomas. 

Isso só foi possível graças ao machine learning. O sistema foi treinado com milhares de imagens de arquivo dos exames já realizados no hospital. Desta forma, o robô conseguiu identificar distúrbios neurológicos com a mesma precisão de um médico sênior. 

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO ALIADA DOS MÉDICOS 

De acordo com Wang Yongjun, vice-presidente do Beijing Tiantan Hospital, o objetivo da competição é fazer com que os médicos entendam o poder da inteligência artificial: 

“Espero que a competição consiga mostrar aos médicos o poder da inteligência artificial, principalmente àqueles que são céticos a respeito desta tecnologia. É importante entendermos a IA e eliminar os medos que a envolvem”. 

Portanto, a tendência é que a inteligência artificial seja cada vez mais aplicada na medicina como uma aliada dos médicos, e não como uma ameaça aos profissionais e seus empregos. 

Em um país como a China, por exemplo, com mais de 1,4 bilhão de pessoas, os robôs podem atenuar problemas como as longas listas de espera para exames e consultas, em hospitais geralmente sobrecarregados. 

Com o auxílio da inteligência artificial para realizar tarefas humanamente impossíveis, como analisar milhares de imagens e identificar padrões em questão de segundos, os médicos podem se concentrar naquilo que realmente importa, como o contato com o paciente. 

MANOEL GUIMARÃES UROLOGIA 

O Dr. Manoel Guimarães é mestre e doutor em Urologia.

Para maiores informações, entre em contato pelo telefone (41) 3242-5353.

 

Fontes:

Tratamento e controle para o HPV

Afinal, existe tratamento para a verruga do HPV (também conhecido como o Vírus do Papiloma Humano)?

A resposta é: não há um tratamento curativo para o condiloma acuminado, a verruga causada pelo HPV (o vírus do papiloma humano). A erradicação ou redução dos sintomas é o objetivo primário do tratamento das verrugas ano-genitais, mas a eliminação das lesões displásicas é o objetivo do tratamento das lesões escamosas intra-epiteliais.

O tratamento é proposta aos pacientes com verrugas visíveis. A ideia é eliminar ou controlar a maior parte das verrugas visíveis até que o sistema imune do hospedeira controle a replicação viral.

O tratamento não é indicado para lesões anogenitais subclínicas da mucosa, na ausência de displasia co-existente.

Tratamento de verrugas do HPV

Não há um tratamento que se mostre superior a outro no tratamento das verrugas. A escolha do tratamento depende do tamanho das lesões, a morfologia, o número, o sítio anatômico, o custo envolvido e a disponibilidade do método, excisão cirúrgica, eletrocauterização, crioterapia, ablação química.

A maioria dos pacientes requer múltiplas seções. Se o método utilizado não for efetivo após 3 tentativas,ou se não houver cura após 6 tratamentos consecutivos, o médico deve pensar em alterar a forma de tratamento.

Pacientes imunodeprimidos, ou portadores do vírus HIV podem requerer um tratamento mais agressivo, por vezes multimodal. Como a recorrência é alta, os resultados podem ser frustrantes para médicos e pacientes.

Subgrupos de pacientes

  • Gestantes: As taxas de infecção por HPV são maiores nas gestantes. INterferon, 5-Fluouracil e Podofilina não devem ser usados em gestantes. Há risco de transmissão do vírus à mucosa orofaríngea do neonato.
  • Pacientes com risco aumentado para câncer: Os portadores de verrugas ano-genitais têm risco aumentado para câncer anogenital. o HPV é a principal causa para o câncer do colo uterino (90% do total).
  • Pacientes com verrugas perianais e HIV e aqueles com história de atividade sexual anal receptiva têm risco aumentado para lesão escamosa intra-epitelial (displasia moderada a severa, e carcinoma in-situ). Cânceres de pênis, vulva, vagina, anal e cabeça e pescoço têm ligação com a infecção pelo HPV.
  • Crianças: Verrugas genitais são raras em crianças. Pode ter ocorrido inoculação incidental durante o nascimento. Porém, nesses casos, o profissional de saúde deve suspeitar de abuso sexual.
  • Prevenção: Evitar sexo desprotegido, o uso de preservativos e a postectomia prévia nos parceiros masculinos são fatores protetivos
  • Vacina: No nosso meio não está ainda disponível a vacina 9vHPV.  Pacientes doe 9 a 14 anos devem receber duas doses e pacientes de 15 a 45 anos deve receber três doses da vacina.

O Dr. Manoel Guimarães (CRM/PR 9849 | RQE 3304) é mestre e doutor em Urologia. Tem mais de 30 anos de experiência na área, foi professor de Urologia por 20 anos e é atualmente médico urologista do Hospital de Clínicas da UFPR. Atua na área de oncologia, próstata, cálculos, impotência, ejaculação rápida, vasectomia, bem como toda a área da Urologia.

Confira mais artigos no blog da Clínica Belluno ou, para maiores informações, entre em contato pelo telefone (41) 3242-5353.

Candida Auris: uma nova infecção por fungo

Doenças infecciosas causadas pelo fungo Candida Auris espantam pacientes de todo o mundo e são classificadas como urgentes pelo CDC.

Uma doença infecciosa causada pelo fungo Candida Auris está chamando a atenção da comunidade científica e de pacientes. Classificada como urgente pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a infecção é altamente contagiosa e está se tornando mais  presente diferentes centros. Quem traz a informação é o artigo do Medscape, “Candida auris Spreads Through US Hospitals”.

O Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos incluiu a Candida Auris na lista de germes classificados como ameaças urgentes visto que, segundo o órgão, houve um número crescente de infecções pelo fungo em vários países (como Venezuela, Austrália, Malásia, Holanda, Noruega, Suíca, Índia, Alemanha, França Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, Rússica, Colômbia, entre outros) desde que ele foi reconhecido.

O que é a Candida Auris?

A infecção causada pela Candida Auris não tem uma data ou local exatos de surgimento, tampouco se sabe quais as condições que propiciaram sua proliferação. O fungo teve seus primeiros registros na Coréia do Sul, em 1996, e posteriormente em uma infecção no ouvido de um paciente no Japão, em 2009.

De acordo com infectologistas, a Candida auris é fruto da evolução do gênero Candida, que habita o trato gastrointestinal humano. A nova espécie é preocupante, pois se mostra altamente resistente às ações de medicamentos.

Segundo o CDC, ainda, a infecção pelo fungo se dá no sangue, ouvido e em feridas ainda não-cicatrizadas de forma sistêmica. Ele pode causar complicações severas provenientes de infecções (sepses) em pacientes hospitalizados, imunodeficientes, já com histórioco de tratamento multiplos.

Não é claro se a Candida auris causaria infecções no trato urinário ou no pulmão, mas a possibilidade não é descartada.

Como se dá a infecção pelo Candida Auris e quais seus sintomas?

A Candida Auris pode ser transmitida pelo toque em superfícies e pessoas infectadas, especialmente em ambiente hospitalar. Pessoas infectadas podem ficar até meses com a colonização fúngica na pele e assim espalhar para outras pessoas.

Os mais propensos a sofrer com a infecção passaram por procedimentos invasivos, fazem uso de cateteres, podendo assim desenvolver uma doença associada ao ambiente hospitalar. Os sintomas da infecção pelo fungo podem passar despercebidos, já que maioria dos pacientes identificados pelo CDC já estava hospitalizada por outros problemas.

Os sintomas mais comuns em pacientes, segundo o órgão, são febre e calafrios que não melhoram mesmo após o tratamento com antibióticos, o que pode ser confundido caracteriza com uma possível infecção bacteriana e não por fungo.

A notícia boa é que uma nova classe de antifúngicos, que foram desenvolvidos desde o fim da década 1990, tem se mostrado promissora no controle dessa infecção, chamadas echinocandiins. Além disso, novas drogas estão sendo pesquisadas e testadas, bastante promissoras contra a Candida Auris.

Fontes e referências:

Sucesso absoluto do X Congresso Internacional de Urologia e Câncer em São Paulo

Mestre e doutor em Urologia marcou presença no evento internacional que discute as melhores práticas em Urologia e Oncologia.


O X Congresso Internacional de Uro-oncologia (V Simpósio Multiprofissional de Uro-oncologia) aconteceu entre os dias 6 a 9 de abril no espaço Sheraton São Paulo WTC Hotel em São Paulo (SP). O evento, organizado pelo Centro Oncológico do Hospital Israelita Albert Einstein, capitaneado pelo oncologista Fernando Maluf de São Paulo, contou com a participação de renomados especialistas em Urologia, como Dr. Laurence Klotz de Toronto e Dr. Karim Troujier de Nova York, e ainda famosos experts da Oncologia Clínica, como Dr. Christopher Sweeney e Dr. Karim Fizazi.

Dr. Guimarães marcou presença no congresso como participante e presenciou palestras que abordaram os últimos avanços tecnológicos no tratamento de doenças como o câncer de próstata, câncer de bexiga e câncer de rim.

Grade destaca terapias oncológicas e seus resultados

Entre assuntos discutidos, terapias e melhores abordagens para resultados no tratamento de doenças oncológicas ganharam destaque. O evento contou com palestras e mesas-redondas sobre metologias de análise, informações críticas, as melhores tecnologias, não somente para o alcance de de resultados e sobrevida, mas também relacionados ao bem-estar e qualidade de vida dos pacientes.

Palestrantes de cunho internacional lideraram os assuntos, como o mestre canadense Laurence Klorz, o Dr. Anthony Laurence Zietman (radioterapeuta da Universidade de Harvard, USA) e o cirurgião-especialista Karim A. Touijer (veja a grade de convidados internacionais neste link).

Cursos e premiações

Além de palestras e estudos coletivos, o X Congresso Internacional de Uro-oncologia premiou, também, estudantes e profissionais da área de Urologia e Oncologia em suas contribuições científicas.

Os trabalhos vencedores remeteram ao uso experimental da Bacillus Calmette-Guérin (BCG) como potencial droga no trato urinário superior e de que maneira a ressonância magnética multiparamétrica da próstata pode evitar biópsias em pacientes com PSA elevado.

Entre os cursos apresentados no congresso, incluem-se de Imuno-oncologia em Tumores Oncológicos, Câncer de Testículo, Medicina Baseada em Evidências em Tumores Urológicos, Cirurgia Minimamente Invasiva, Abordagens Práticas no Tratamento do Câncer, Medicina de Precisão, Radiologia, HIFU e Políticas Públicas Sobre a Saúde do Homem.

Para mais informações sobre as palestras que aconteceram no evento, visite o site oficial do X Congresso Internacional de Uro-oncologia.

O Ministério da Saúde assinou acordo que vai reduzir açúcar presente em alimentos

O objetivo é reduzir açúcar presente em biscoitos, bolos, produtos lácteos, achocolatados e misturas para bolos. O total reduzido deve se somar a 144 mil toneladas até 2022.

Este é um acordo assinado entre o Governo Brasileiro e a indústria alimentícia.  O objetivo é retirar 144 mil toneladas de açúcar de produtos alimentícios industrializados e o prazo é o ano de 2022. São quase 70 empresas envolvidas e mais de mil produtos listados para a redução. O Brasil saiu na frente de diversos países desenvolvidos no que parece ser um esforço ativo para colocar um basta na obesidade infantil e mórbida que é crescente em quase todo o mundo.

Este acordo segue o exemplo de acordos similares, como o que prevê a redução de índices de sódio em demais produtos alimentícios. Foram 17 mil toneladas de sódio “economizadas” em 4 anos de vigência do acordo. Como pode ser de seu conhecimento, açúcar e sódio são os dois maiores responsáveis por doenças de origem alimentar em todo o mundo.

A Organização mundial da Saúde sugere que níveis seguros para o consumo de açúcar circundam as 50 gramas diárias, representando um máximo de 10% das calorias consumidas por dia. Considerando que a população brasileira consome mais de 50% a mais do que o recomendado, é possível notar que isso se deve à presença excessiva de açúcar em produtos industrializados. É importante ressaltar que alguns produtos terão uma redução maior do que outros: biscoitos perderão 62% do açúcar, por que tem mais açúcar do que a média alimentar, quando comparados à outros alimentos. Tabelas específicas para cada segmento alimentício ainda serão divulgadas pelo Ministério da saúde.

O Açúcar é um dos grandes responsáveis pelas desordens de saúde de origem alimentar. Que tal cuidar mais da sua alimentação e, consequentemente, da sua saúde? Entre em contato com o Dr. Manoel Guimarães e agende uma consulta!

Fontes:

 

Foi notícia: Estudos mostram que exercícios possuem relação com proteína que atenua alzheimer em roedores

Vários sites de notícias reportaram que a prática de exercícios físicos estimula a produção de uma proteína que atenua os efeitos do alzheimer em animais. Saiba mais sobre estas notícias.

A Folha de São Paulo, o Estadão e diversos outros jornais de grande expressão no país noticiaram, nesta segunda semana de janeiro, os resultados de um estudo brasileiro sobre Alzheimer. Estes resultados foram publicados na Segunda Feira, 07 de janeiro, na revista Nature Medicine.

O estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostra que a prática regular de exercícios físicos libera uma proteína singular, chamada Irisina. No cérebro humano, essa proteína age sobre a “plasticidade” de sinapses cerebrais e, portanto, atenua problemas de memória. O interessante é que a prática de exercícios já havia sido relacionada com a redução de risco de desenvolvimento da doença de Alzheimer anteriormente e isso representa uma grande evolução na área!

“Nossas descobertas sugerem que a irisina poderia fazer parte de uma nova e atrativa terapia voltada a prevenir a demência em pacientes sob risco, assim como retardar seu avanço em pacientes em estágios avançados, incluindo aqueles que já não podem se exercitar”

Trecho da pesquisa ‘FNDC5/irisina ligada ao exercício resgata plasticidade sináptica e problemas de memória em modelos de Alzheimer

Como sabemos, a doença de Alzheimer ainda não tem cura e, infelizmente, 35 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com ela. Todavia, este estudo representa um possível avanço no tratamento da demência e da contenção da doença de Alzheimer em estágios mais avançados. É claro que muito estudo ainda precisa ser realizado acerca da proteína Irisina, mas são de pequenos avanços que se constituem as revoluções da medicina. Estamos torcendo para o melhor!

Considerando que o desenvolvimento da doença de Alzheimer é uma preocupação que cobre todas as pessoas, que tal fazer check-ups periódicos? Entre em contato com o Dr. Manoel Guimarães e agende uma consulta!

 

Fontes: