Sucesso absoluto do X Congresso Internacional de Urologia e Câncer em São Paulo

Mestre e doutor em Urologia marcou presença no evento internacional que discute as melhores práticas em Urologia e Oncologia.


O X Congresso Internacional de Uro-oncologia (V Simpósio Multiprofissional de Uro-oncologia) aconteceu entre os dias 6 a 9 de abril no espaço Sheraton São Paulo WTC Hotel em São Paulo (SP). O evento, organizado pelo Centro Oncológico do Hospital Israelita Albert Einstein, capitaneado pelo oncologista Fernando Maluf de São Paulo, contou com a participação de renomados especialistas em Urologia, como Dr. Laurence Klotz de Toronto e Dr. Karim Troujier de Nova York, e ainda famosos experts da Oncologia Clínica, como Dr. Christopher Sweeney e Dr. Karim Fizazi.

Dr. Guimarães marcou presença no congresso como participante e presenciou palestras que abordaram os últimos avanços tecnológicos no tratamento de doenças como o câncer de próstata, câncer de bexiga e câncer de rim.

Grade destaca terapias oncológicas e seus resultados

Entre assuntos discutidos, terapias e melhores abordagens para resultados no tratamento de doenças oncológicas ganharam destaque. O evento contou com palestras e mesas-redondas sobre metologias de análise, informações críticas, as melhores tecnologias, não somente para o alcance de de resultados e sobrevida, mas também relacionados ao bem-estar e qualidade de vida dos pacientes.

Palestrantes de cunho internacional lideraram os assuntos, como o mestre canadense Laurence Klorz, o Dr. Anthony Laurence Zietman (radioterapeuta da Universidade de Harvard, USA) e o cirurgião-especialista Karim A. Touijer (veja a grade de convidados internacionais neste link).

Cursos e premiações

Além de palestras e estudos coletivos, o X Congresso Internacional de Uro-oncologia premiou, também, estudantes e profissionais da área de Urologia e Oncologia em suas contribuições científicas.

Os trabalhos vencedores remeteram ao uso experimental da Bacillus Calmette-Guérin (BCG) como potencial droga no trato urinário superior e de que maneira a ressonância magnética multiparamétrica da próstata pode evitar biópsias em pacientes com PSA elevado.

Entre os cursos apresentados no congresso, incluem-se de Imuno-oncologia em Tumores Oncológicos, Câncer de Testículo, Medicina Baseada em Evidências em Tumores Urológicos, Cirurgia Minimamente Invasiva, Abordagens Práticas no Tratamento do Câncer, Medicina de Precisão, Radiologia, HIFU e Políticas Públicas Sobre a Saúde do Homem.

Para mais informações sobre as palestras que aconteceram no evento, visite o site oficial do X Congresso Internacional de Uro-oncologia.

Câncer de próstata: cirurgia robótica ou aberta?

Saiba qual tipo de cirurgia escolher no tratamento do câncer de próstata

A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que a partir dos 50 anos, homens avaliem a saúde da próstata através do exame de sangue do antígeno prostático específico (PSA) e do exame do toque. A idade de alerta cai para 40 a 45 anos, para homens afrodescendentes ou que possuam histórico familiar de câncer de próstata. O acompanhamento deve ser anual, uma vez que, em sua fase inicial, onde as chances de cura são altas, a doença não apresenta nenhuma alteração ao paciente, ao urinar ou mesmo dor.

A maior parte dos pacientes com câncer de próstata localizado passa por cirurgia, mas a radioterapia e a chamada vigilância ativa também são alternativas.

De um modo geral, os casos menos agressivos de câncer de próstata são manejados com a vigilância ativa, e quando a expectativa de vida é superior a 10 anos, adota-se o tratamento cirúrgico

Dentre os tipos de procedimentos cirúrgicos, estão o convencional – chamado também de cirurgia aberta – laparoscópica e o robótico.

Independentemente do método, a cirurgia para o tratamento do câncer de próstata é a mesma. Se retira toda a próstata, as vesículas seminais localizadas atrás do órgão e os gânglios linfáticos da região pélvica. Como a uretra masculina passa por dentro da próstata, o médico precisa refazer a sutura da bexiga com a uretra.

A cirurgia aberta tem como pontos negativos um maior tempo de recuperação, maior tempo de internação e maiores chances de sangramento. Já como pontos positivos, o método cirúrgico para tratar o câncer de próstata apresenta baixo custo. O que é impactante no nosso meio.

O procedimento robótico tem como seu principal ponto negativo o alto custo e complexidade. Além de um tempo de hospitalização menor, fazendo com que o retorno às atividades seja mais rápido, também tem como pontos positivos o menor uso de analgésicos.

A cirurgia laparoscópica evoluiu muito nos últimos dez anos e é uma alternativa simplificada ao uso do robô. Tem apresentado também menos sangramento, menos dias de hospitalização e menos uso de analgésicos no pós-operatório, em comparação com a cirurgia aberta

Em resumo, nenhum dos três métodos cirúrgicos para tratar o câncer de próstata mostrou um controle superior à doença oncológica ou das complicações, impotência ou incontinência. Temos indicado o que de melhor pode ser aplicado em cada caso.

O mais importante é que não haja negligência por parte dos homens adiando o acompanhamento médico, já que o câncer de próstata em seu início, não apresenta sintomas. Mas caso eles já estejam presentes, é indispensável o acompanhamento médico especializado para sanar dúvidas e definir o melhor tratamento.

Câncer deve atingir mais de 295 mil homens em 2016, diz levantamento

No Brasil, já foram registradas mais de 180 mil mortes por câncer em 2013, segundo o último levantamento feito pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). Entre os homens, são esperados mais de 295 mil novos casos, neste ano, no qual os mais incidentes serão os de próstata (61.200), pulmão (17.330), cólon e reto (16.660), estômago (12.920), cavidade oral (11.140), esôfago (7.950), bexiga (7.200), laringe (6.360) e leucemias (5.540).

No dia 4 de fevereiro é comemorado o dia que simboliza a conscientização para evitar o câncer. O INCA criou a campanha “Nós podemos. Eu posso”, com dicas de atitudes que podem evitar o aparecimento de doenças graves, como o câncer. São seis pontos para melhorar a qualidade de vida que podem ser seguidos diariamente. Confira aqui.

Neste contexto, é importante dar atenção aos sintomas que o organismo emite e que facilita o diagnóstico precoce da doença. Há uma discussão entre os profissionais da saúde que apontam alguns fatores que podem contribuir para o aparecimento de câncer, como o álcool, por exemplo, que está entre os um dos fatores externos que funcionam como predisponentes.

De fato, existe poucas informações que crie uma relação direta entre a doença e o consumo de bebidas alcoólicas. Já é bem aceito que o abuso do álcool aumenta as chances de tumores como esôfago, estômago e mesmo o fígado. E mais, a revista European Journal of Cancer, em 2010, publicou um artigo sobre o risco de câncer e o consumo de álcool entre homens na Finlândia. Na ocasião, foi identificado uma relação linear entre a ingestão de álcool e o aparecimento de câncer – os homens com maior nível de consumo de álcool apresentaram um risco maior do que os homens com menor nível de consumo. Os valores foram ajustados para fatores como idade, consumo de cigarro, consumo de calorias e capacidade cardiorrespiratória.

Pode-se afirmar que existe uma relação, por menor que seja, que contribui para o aumentar o risco da doença. A recomendação, aceita como segura, para consumo de álcool, segundo a Organização Mundial da Saúde, é de 15 g para mulheres e 30g para homens, o equivalente a três copos de chopes ou apenas uma dose de uísque, por dia.

É importante compreender, que além dos fatores genéticos, que influenciam para o aparecimento de câncer, as atitudes diárias são fundamentais para evitar e combater diversas doenças graves. Manter atividades físicas regularmente, uma alimentação saudável, evitar ambientes poluídos, evitar o tabagismo e cultivar um estilo de vida mais saudável, são dicas básicas que ajudam nessa caminhada. Outro fator fundamental, são as avaliações médicas periódicas, que identificam qualquer anomalia e agiliza no diagnóstico precoce.

Fique atento a qualquer mudança em seu corpo e se tiver algum desconforto procure seu médico!

 

Referência:

– Portal INCA

– Revista European Journal of Cancer

É possível reverter a vasectomia?

   A vasectomia é uma cirurgia que interrompe a circulação de espermatozóides produzidos pelo testículo, ao ligar dois canais que fariam esse transporte. Essa cirurgia, considerada um método definitivo, é usada como contraceptivo por mais de 30 milhões de casais em todo o mundo. O que acontece após a vasectomia é que o sêmen continua sendo produzido da mesma forma, mas  os espermatozóides encontram uma barreira ao seu livre fluxo, o líquido seminal não possui gametas, logo não é possível a fecundação. Importante ressaltar que o volume e as características físicas do ejaculado não mudam em nada após a vasectomia, apenas não há células reprodutivas.
  Porém, quando necessário, é possível sim reverter a vasectomia. Essa reversão pode ser realizada até vários anos após a cirurgia inicial, porém, após 8 anos, as taxas de sucesso diminuem notadamente, pois a medida que o tempo passa fica mais difícil os espermatozoides voltarem a fazer a circulação pelos microscópicos canais do epidídimo e canal deferente. Cirurgias feitas nesse prazo de 4 anos, possuem 90% de chances de sucesso, depois de  8 anos as chances caem para  72%. Os números são melhores em relação à potência do canal, e  consequente presença de espermatozóides no ejaculado.
  Para a reversão é preciso reconectar os dois canais que foram separados na primeira cirurgia, em uma microcirurgia, considerada pouco invasiva, que pode durar entre duas e quatro horas.
Após a microcirurgia, o paciente normalmente tem alta no mesmo dia, mas a recuperação total pode levar em média dez dias, precisando de repouso total nos três primeiros.
Concluindo, apesar de reversível, com taxas de sucesso consideradas boas, antes de ser submetido á vasectomia é importante uma crítica análise, e o entendimento que há métodos não definitivos, no caso de haver dúvidas quanto à fertilidade no futuro.

 

Dúvidas frequentes sobre urologia

Existem muitos mitos e duvidas que circundam temas sobre urologiamuitas vezes pelo medo dos homens questionarem e debaterem sobre esses temas. Separamos algumas das dúvidas mais frequentes sobre urologia. Lembrando que o ideal é sempre procurar um urologista, para te auxiliar.

Do que trata o Urologista?

Do aparelho urinário (Rins, ureteres, bexiga, uretra) e do aparelho genital masculino (Pênis, testículos, escroto, próstata).

Que sexo e idade o urologista trata?

Ambos os sexos, todas as idades. Como s homens não tem um médico que os receba rotineiramente o urologista é tido hoje como o médico do homem.

Quando devo ir ao urologista?

Sempre que houver uma alteração do aparelho urinário ou genital masculino. Uma primeira consulta poderia ocorrer na infância, para avaliar uma possível fimose ou distopia dos testículos. Na adolescência, para ter uma orientação efetiva sobre o desenvolvimento sexual, orientação quanto á anticoncepção, varicocele, fertilidade e sobre prevenção a doenças sexualmente transmissíveis. Após isso apenas ao redor dos 40 anos, para dosar o PSA que serviria como ponto inicial para a prevenção do câncer da próstata. Homens idosos frequentam o urologista para avaliar a próstata, tando o crescimento benigno (hiperplasia) como maligno (Câncer).

Vasectomia pode ocasionar em uma disfunção sexual?

Não, a cirurgia não altera o desejo sexual muito menos a ereção. O que vemos nos pacientes é até uma melhora na qualidade da vida sexual, a cirurgia os deixa mais seguros quanto á impossibilidade de ter filhos.

Quais os exames preventivos do câncer de próstata?

O objetivo é fazer uma detecção precoce de um possível câncer e a prevenção de complicações. O principal exame é o teste sanguíneo, o PSA. Esse é o principal marcador tumoral da história da medicina, e um divisor de águas nessa área. Porém, como o PSA não é 100%, o toque retal aumenta a acurácia no diagnóstico.

Meu pênis esta torto, o que posso fazer?

Quando ocorre uma ereção é normal apresentar um grau de tortuosidade. É considerado uma doença, quando o grau de tortuosidade está tão elevado que dificulta a atividade sexual,  principalmente a penetração. Apesar de uma curvatura de poucos graus da haste peniana ser considerada normal, é possível que estejamos frente a um caso da doença de Peyronie. Nesse caso um médico urologista deve ser procurado para uma avaliação apropriada e o tratamento, se for necessário, por vezes até cirurgias

O câncer de próstata causa impotência?

Infelizmente os tratamentos para combater o câncer, tanto cirurgia como radiotearapia, podem levar a impotência. A incidência é proporcional a idade do paciente. Homens jovens evoluem mais favoravelmente, enquanto homens com mais de 65 anos, podem ter uma piora na ereção em mais de 50% dos casos.

Estenose da uretra por trauma fechado

Felizmente vemos menos estenose de uretra hoje, comparando com o início da nossa carreira urológica, há 30 anos. No entanto é importante estarmos atentos às novidades, já que essa doença piora sobremaneira a qualidade de vida dos homens acometidos. No volume de outudo de 2015 da publicação científica oficial da Associação Americana de Urologia (J Urol), doutor Johnsen e cols mostraram que o tratamento com o realinhamento endoscópico primário das lesões da uretra posterior por trauma fechado mostrou melhores resultados do que a derivação urinária inicial.

Apesar do numero pequeno, foram 41 pacientes, o seguimento foi de 40 meses.

O tratamento com o realinhamento endoscópico inicial foi efetivo em mais de um terço dos casos estudados. Curiosamente o trabalho mostra ainda resultados satisfatórios dos re-tratamentos, com dilatações e uretrotomia interna (endoscópica), prodedimentos tidos hoje como antiquados

Sangue na urina? O que pode ser?

Fique atento à coloração da sua urina, pois se houver sangue pode ser sinal de problemas no sistema urinário ou nos rins. Mas, pode acontecer que a alteração de cor seja proveniente de medicamentos ou alimentos ingeridos e não contenha sangue.

A hematúria – sangue na urina – há diversas causas, entre as quais: câncer na bexiga ou do urotélio, câncer renal, cálculo urinário, insuficiência renal (glomerulonefrites), infecção urinária, cistite intersticial, pólipos vesicais, doença renal policística. Ou ainda pode ter sido causada por algum trauma ou procedimento prévio, cirurgia ou mesmo uma biópsia que o paciente tenha realizado recentemente. Mulheres no período menstrual podem vir a apresentar sangue na urina sem que isso represente doença alguma

Não ignore qualquer sinal de sangue na urina e busque um especialista para receber o diagnóstico e o tratamento adequado, principalmente, se houver perda de peso, desconforto, dor ou urgência ao urinar.

Para confirmar que a urina realmente tem sangue é necessário fazer exames. A investigação laboratorial irá verificar a quantidade de hemácias que há na urina. A hematúria é confirmada quando há mais de 10.000 hemácias por mililitro de urina.

Medicamentos como fenitoína, rifampicina, fenazopiridina (Pyridium) e nitrofurantoína deixam a urina avermelhada, assim como alimentos avermelhados com a beterraba. Por isso, a coloração nem sempre significa sangue.

Consulte um urologista de confiança para um tratamento eficaz.

Entre em contato conosco!

Cirurgia para o câncer da próstata localmente avançado e de alto risco

Nos dias 12 a 14 de março pudemos participar do já tradicional congresso de Uro-Oncologia coordenado pelo oncologista paulista Fernando Maluf. Todos os mais importantes aspectos do cotidiano da oncologia urológica foram intensamente discutidos, entre vários especialistas nacionais e estrangeiros. O câncer da Próstata mereceu destaque especial. Aproveitei em demasia da visão, conhecimento e experiência do médico marroquino, radicado em Nova York, no Memorial Sloan Kettering, Karim Tuijer (na foto à esquerda). Dr Touijer defendeu a crescente tendência do tratamento cirúrgico no câncer da próstata de alto risco e localmente avançado.

Identifique rapidamente um câncer urológico

A especialidade de um médico oncologista urológico são os cânceres que afetam os rins, bexiga, próstata, pênis e testículo. Ou seja, ele não se limita apenas ao de próstata, o mais conhecido pela população.

Em qualquer tipo de câncer, seja ele urológico ou não, é de extrema importância o seu diagnóstico precoce, isso aumenta drasticamente as chances de cura do paciente e, em alguns casos, não é necessária a quimioterapia ou radioterapia (tratamentos muito agressivos ao corpo humano).

Veja os principais sintomas dos cânceres urológicos:

 

  • Bexiga: em cerca de 85% dos casos há sangue na urina. Fumantes, pessoas que trabalham com químicos, corantes, pixe ou asfalto, tintas, borrachas, indústria petro-química, possuem maiores chances de desenvolver a doença.
  • Pênis: é um tipo de câncer que se desenvolve em pacientes com fimose ou com algum impedimento para higienizar adequadamente o órgão. Esse tumor se caracteriza por UMA FERIDA QUE NÃO CICATRIZA, ou verruga ou tumor no corpo do pênis que não cicatriza após seis semanas! Há uma associação com o vírus do HPV, popularmente conhecido como verruga venérea, crista de galo, ou cavalo de crista. De forma geral, é uma doença que pode ser facilmente evitada com a higienização correta e frequente do pênis.
  • Próstata: é o tumor mais frequente nos homens e a segunda maior causa de morte por câncer no sexo masculino. Isso acontece devido a ausência de sintomas em sua fase inicial, por isso a importância dos exames preventivos. Nas fases mais desenvolvidas é comum ter dificuldades para urinar (jato muito fraco, dificuldade para controlar ou para manter o jato, urinar em gotas, incontinência urinária) e dores na parte baixa das costas ou na pélvis. Em casos mais raros há sangue na urina ou no esperma, dores nos testículos, pênis e na passagem da urina.
  • Rim: sintomas comuns do câncer de rim são dores lombares e sangue na urina. É mais comum em pessoas a partir dos 50 anos e seu tratamento é feito pela cirurgia de laparoscopia. Como ele é facilmente detectado precocemente por exames de imagem ou em exames de rotina, seus índices de cura são altos.
  • Testículo: esse câncer afeta, em sua maior parte, jovens e adultos entre 15 e 34 anos, que possuem criptorquidia (testículo fora da bolsa escrotal). Seu sintoma mais comum é o surgimento de um nódulo indolor, de aproximadamente o tamanho de uma ervilha, no escroto, o qual aumenta progressivamente de volume. Outros fatores como endurecimento da região, massas abdominais, sangue na urina e até sensibilidade nos mamilos ou aumento do volume da mama, podem indicar um câncer de testículo.

 

Os exames de rotina são de extrema importância e podem salvar vidas. Vá ao urologista sempre que seu médico indicar ou anualmente após os 45 de idade.

Tratamento cirúrgico da hiperplasia da próstata: Laser ou RTU?

Há muitos anos se tem procurado um tratamento que substitua com vantagens a nossa já conhecida e tradicional ressecção transuretral (RTU) da próstata para o tratamento da hiperplasia prostática benigna. Novas tecnologias como o laser tem sido utilizadas. Nesse mês de fevereiro de 2015, no conceituado Journal of Urology, o autor Bachman e colaboradores relata estudo multicêntrico comparando esses dois tratamentos. Os resultados terapêuticos foram comparáveis, com a vantagem de que com o laser há menor sangramento. Porém o índice de complicações, apesar de similar, mostrou-se 4,1% maior no grupo do laser.

É esperar para ver o que vem no futuro.